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October 14
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DINÂMICAS
Aqui estão reunidas diversas dinâmicas que podemos
utilizar com as nossas crianças e jovens.
As atividades são bastante interessantes para todos que trabalham com
Evangelização e Educação.
01. AUTÓGRAFOS Cada educando recebe uma folha de papel em que deverá, ao sinal de comando do educador, conseguir o maior número de autógrafos de seus colegas, no tempo de 1 (um) minuto. Não vale autógrafo repetido. Após esse minuto, o educador solicita que os educandos identifiquem os fatores que dificultam a realização do objetivo do jogo (conseguir os autógrafos dos colegas). Depois desse debate, inicia o segundo tempo, dando mais 1 (um) minuto para que os educandos coletem os autógrafos, mas antes de iniciar o segundo tempo, solicita que todos parem para pensar juntos. No final, questiona sobre os fatores que facilitam o jogo. A comparação dos fatores, os que dificultam e os que facilitam, mostrará que o grupo iniciou a tarefa em conflito e depois, utilizando a cooperação, conseguiu realizar a tarefa.
02. DANÇA DAS CADEIRAS - Colocar em círculo um número de cadeiras menor que a metade do número de participantes. Em seguida propor o objetivo comum: terminar o jogo com todos os participantes sentados nas cadeiras que sobrarem. Colocar música para todos dançarem. Quando a música parar, TODOS devem sentar usando as cadeiras (e os colos uns dos outros). Em seguida o educador tira uma ou duas cadeiras (e assim sucessivamente). Ninguém sai do jogo e a dança continua até nova parada (e assim por diante). Os educandos vão percebendo que podem se liberar dos velhos, desnecessários e bloqueadores "padrões competitivos". Na medida que se desprendem dos antigos hábitos, passam a resgatar e fortalecer a expressão do "potencial cooperativo" de jogar e viver. O jogo prossegue até restar uma cadeira, ou mesmo sem cadeira (vai até onde o grupo desejar).
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Para instruir necessita-se do conhecimento doutrinário e pedagógico, porém para evangelizar é preciso muito mais... É preciso amor e dedicação.
| December 16
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Dinâmica 01: A vida é uma novidade vibrante!!
CONVIVÊNCIA
Desenvolvimento: Sentados(as) em pequenos círculos
(5 a 6 pessoas),
cada participante pega um giz de cera de cor diferente da que o(a)
companheiro(a) escolher. Ao som da música, cada um inicia um desenho,
procurando expressar um problema ou uma idéia. Ao comando do evangelizador
cada participante passa o desenho para a pessoa da direita, recebe o desenho
da pessoa da sua esquerda (sem mudar a cor do seu lápis) e prossegue a
atividade, observando o que recebeu e completando o desenho com
o que considerar oportuno para a solução do problema
ou enriquecimento da idéia.
Quando a folha com a qual cada participante iniciou a atividade,
retornar às suas mãos, fazem-se os comentários e reflexões.
**Considerações que podem auxiliar:
*Permitir que o outro partilhe com você e que o(a) ajude.
*Se você for forte, nunca tenha tanto orgulho de sua força, a ponto de
pensar que não precisa de apoio.
*Refletir: A minha cor foi importante para o outro?
A cor do outro foi importante para mim?
*Mesmo com uma cor escura no momento, você pode
expressar bons sentimentos. A força interior existe!
O mesmo lápis que escreve o ódio, escreve AMOR.
*Cada um de nós tinha uma cor, mas o desenho que está conosco
não tem apenas mais uma cor, tem outras cores.
Quando estamos abertos para receber o outro,
a vida é uma novidade vibrante!!!
FELIZ NATAL!!
| March 27 As Prioridades na nossa Vida
Idade: Todas
Objetivo: Sinalizar as prioridades da nossa vida
(Para fazer essa dinâmica com as crianças, o evangelizador deve fazê-lo antes, para poder levar para a sala de aula, a quantidade correta de pedras, água, areia, pedregulho, balde.

Em primeiro lugar: as pedras maiores, depois os pedregulhos, em seguida a areia, e por ultimo a água. )
Levar para a sala de aula:
Um balde ou jarro
Água
Areia e pedregulhos
Pedras grandes
Pedir para as crianças colocarem tudo dentro do balde,
ou jarro, do jeito que quiserem.
Dar o tempo de 3 minutos para a realização da tarefa
e observar em silêncio , como elas se comportam (Certamente vai sobrar coisas.)

No final do tempo proposto, o evangelizador esclarece que as lições de vida estão em toda a parte e o que essa dinâmica visa nos mostrar: Então pede para que repitam a operação na seguinte ordem :
1º) pedras grandes , 2º) pedregulhos, 3º) areia, 4º) por último, a água.
Tudo caberá certinho dentro do balde.

O Evangelizador então explicará que: As pedras grandes significam as coisas realmente importantes na nossa vida,
1.)E o que é realmente importante em nossas vidas?
Perguntar isso às crianças de forma geral e individual
2.)Qual o nosso compromisso maior? Dialogar sobre isso com elas; Deixa-las à vontade para se expressarem,
( Nosso crescimento espiritual? nossa evangelização? Nossa família? Cumprimento de nossos deveres?)
Os pedregulhos e a areia significam as coisas menores, materiais da nossa existência, que tem uma importância relativa. A menos que você em primeiro lugar coloque as pedras grandes dentro do balde, dificilmente vai conseguir colocá-las lá dentro. Quando você dá prioridade ao ser espiritual que você é, sua necessidade de crescimento e evolução, (pedras grandes) as outras coisas menores (pedregulhos e areia) se ajustarão por si só.
“BUSCAI PRIMEIRO O REINO DE DEUS E AS OUTRAS COISAS VOS SERÃO ACRESCENTADAS”.- JESUS
CONCLUSÃO: Qual o objetivo desta demonstração?
Perceber e sinalizar as prioridades da nossa vida
Quando você preenche sua existência somente com coisas pequenas, materiais , passageiras, temporárias, então, aquelas realmente importantes nunca terão espaço em sua vida.
Essa dinâmica foi adaptada March 24
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DANÇA DAS CADEIRAS
COOPERATIVAS
"Para que o novo venha, o velho precisa ser TRANSFORMADO!
Essa dinâmica é extraordinária, por que nela sentimos o poder da re-criação, que existe quando buscamos juntos, realizar um objetivo comum.
Nesta nova-velha brincadeira, aprendemos a valorizar cada
pessoa e a reconhecer a
importância de todos."
Esta é uma transformação da brincadeira tradicional da Dança da Cadeiras
No jogo convencional o objetivo é mutuamente exclusivo, ou seja, apenas um dos participantes pode sair vitorioso, enquanto há garantia de que todos os outros terminarão como perdedores. Esta é uma estrutura que estimula a eliminação e a competição.
Provavelmente, você já viu alguém ficar fora neste tipo de jogo. Ela estava alegre , se divertindo? Você acha que ela se sentia importante e responsável pelo sucesso do jogo?
E quando o jogo terminou: o que ela fazia? Onde estava (seu pensamento e sentimento...) ???
É difícil as pessoas se sentirem realmente envolvidas neste tipo de atividade e é mais difícil ainda que elas gostem de alguém que acabou de expulsá-las da cadeira e do jogo.
Há também , o lado do (único) vencedor. Eu não vi, ainda, alguém , que ao ganhar, tenha se sentido , verdadeiramente , feliz. Se o jogo é feito em uma festa de aniversário, além da criança que ganhou , somente os pais dela(e alguns outros por "educação" é que vibram junto com ela.
Conforme cresce a faixa etária dos participantes, mais isolado fica o vencedor.
Então, eu pergunto: Será verdadeira aquela vitória que não é compartilhada e desfrutada por todos?
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Promovendo pequenas, mas fundamentais mudanças na estrutura do jogo, podemos criar um tipo de desafio que motive cada pessoa e o grupo para realizar um objetivo comum .
Você consegue imaginar 80 pessoas sentadas em uma cadeira?
Principal eixo dessa dinâmica:
PARTICIPAÇÃO DE TODOS - OBJETIVOS COMUNS.
Colocamos em círculo, um número de cadeiras menor que o número de participantes. Em seguida, propomos um "Objetivo Comum":
Terminar o jogo com todos os participantes sentados nas cadeiras que sobrarem!
Colocamos música e todos dançam. Quando a música para, todos devem sentar usando os recursos que estão no jogo - cadeiras e pessoas. Podem sentar nas cadeiras, nos colos uns dos outros, ou de alguma outra maneira criada pelos participantes. em seguida, todos levantam tiramos algumas cadeiras, ninguém sai do jogo e continuamos a dança.
Nesse processo, os participantes vão percebendo que podem se liberar dos velhos, desnecessários e bloqueadores "padrões competitivos"
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Ficar colados às cadeiras (Visão de escassez)
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Ir todos na mesma direção. (Não assumir riscos)
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Ficar ligado na parada da música (Preocupação/tensão)
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Dançar "travado". (Bloqueio da espontaneidade)
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Ter pressa para sentar (Medo de perder)
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Ver as cadeiras como ponto de encontro(Visão de abundância)
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Movimentam-se em todas as direções. (Flexibilidade, auto-mútua-confiança)
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Curtir a música. (Viver plenamente cada momento)
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Dançar livremente.(Ser a gente mesmo)
DANÇAR EM COMUM-UNIDADE
FONTE:
Jogos Cooperativos
Projeto Cooperação |
E ,na medida que se desprendem dos antigos hábitos, passam a resgatar e fortalecer a expressão do "potencial cooperativo" para jogar e viver .
O Jogo prossegue até onde o grupo desejar. Em geral, a motivação é tão intensa que, mesmo depois de sentarem TODOS em uma única cadeira, o jogo continua com uma cadeira imaginária.
Daí em diante , é só dar asas a imaginação e...
DANÇAR EM COMUM- UNIDADE
´Fábio Otuzi Brotto - autor
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RETRATO FALADO
(Muito bom para os primeiros dias de aulas)
IDADE: 12 anos em diante
OBJETIVOs: Aprofundar a percepção de si mesmo; perceber as motivações que interferem nos pensamentos, sentimentos e ações.
Material: papel sulfite, lápis preto e de cor, borracha.
1. Colocar música suave e pedir pras crianças sentarem-se em círculo
2. Solicitar que desenhem na folha de papel uma figura humana de frente, da cabeça aos pés. Explicar que não se trata de obra de arte, mas sim um esboço de uma figura humana e nada mais. Depois, pedir pra que olhem para a figura, entrar em contato com ela, dar-lhe uma identidade, uma vida e um nome.
3. Pedir a todos que, juntos cada um no seu desenho, respondam por escrito às solicitações que lhe serão feitas:
§ Saindo da cabeça do personagem, fazer um balão com três idéias que ninguém irá modificar;
§ Saindo da boca, fazer um balão com uma frase que foi dita e da qual se arrependeu e outra frase que precisa ser dita e ainda não o foi;
§ Do coração sair uma seta, indicando três amores. Chamar a atenção do grupo para o fato de que esses amores não precisa necessariamente ser alguém, podendo tratar-se de uma idéia, uma atividade, etc.;
§ Na mão direita do personagem, escrever um sentimento que este tem disponível para oferecer;
§ Na mão esquerda, escrever algo que ele tem necessidade de receber;
§ No pé esquerdo, escrever uma meta que deseja alcançar;
§ No pé direito escrever os passos que precisa dar em relação a essa meta.
Quando terminarem o que foi solicitado, perguntar quais as semelhanças entre o personagem, e quem o construiu. E cada qual apresentará o personagem a todos os companheiros da sala.
Comentário: Ao fazer o retrato falado e lhe dar vida, cada criança irá refletindo sobre si mesma.
É uma atividade rica, prazerosa, leve e descontaida. Muitas crianças falarão mais profundamente de si mesmas, fato que o evangelizador deve estar atento, no sentido de auxilia-las nesse momento.
Esse mesmo esquema pode ser usado para falar das emoções, decisões, sentimentos, relacionamentos, etc.
Nos balões, saindo da cabeça, olhos, boca, ouvido, coração, braços e mãos, pernas e pés, podem conter o que o Evangelizador deseja propor.
Ex: da cabeça: pensamentos felizes – gerando bem estar; boca: palavras que ajudam, que ensinam, que auxiliam; as mãos: fazer o bem, ajudar o outro,etc.
Fonte: Projeto Memorial Pirajá/”Aprendendo a Ser e Conviver”/ Adaptado por mim, para a Evangelização |
March 16
| 15 DE MARÇO DE 2006
UM POR TODOS...TODOS POR UM
OBJETIVO
Levar a criança a compreender as diversas formas de expressão da comunicação;
Perceber que todos nós dependemos uns dos outros - cooperação
A importância da solidariedade.
IDADE: todas
Para essa vivência é necessário:
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uma sala grande;
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4 cartões de 20 cm em color set , ou cartolina verde, azul, vermelho e laranja
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fita crepe
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canetas hidrocolor da mesma cor dos cartões , ou durex colorido, da mesma cor dos cartões
1ª etapa:
Com antecedência, fixar os cartões coloridos nas paredes da sala com fita crepe, em pontos distantes uns dos outros.
2ª etapa:
Reunir as crianças, e comunicar a elas que se trata de uma dinâmica ou vivência para fixação da aula e que todos devem colaborar.
Conta-se então uma história de ficção: Que dentro de poucos minutos, uma forte chuva, cairá sobre a cidade. Todos terão uma marquinha colorida na testa, da mesma cor do abrigo para onde devem se dirigir no momento do temporal (certamente que todos poderão ver a côr do colega, mas devem ignorar a própria côr.) E que aquele que se refugiar em esconderijo de cor diferente a que estiver em sua testa, ficará todo molhado pela forte chuva, e terá que sair da dinâmica. Entretanto, após receber essa marquinha, ninguém mais poderá conversar com o coleguinha e nem com o evangelizador, com ninguém. Silêncio absoluto.
3ª Etapa.
Todos devidamente sinalizados e a postos, inicie a contagem regressiva. Exclarecendo que terão apenas 3 minutos para se esconderem junto aos cartões coloridos (abrigo). 5, 4,3,2, e ...1!
O evangelizador observa atentamente as crianças se movimentando pela sala, correndo em busca dos cartões da mesma côr que está marcada em suas testas, meio perdidos, pois deverão adivinhar qual é a sua cor, a não ser que....Isso!!! Que o (os)coleguinha (s) os ajudem apontando o lugar correto para se esconder da chuva, ou seja, sob o cartão na parede da mesma côr assinalada em suas testas. Essa comunicação não pode se verbal, mas é válida se for com os olhos, um movimento de cabeça, de mãos, com o corpo, etc....
O ideal será que num gesto de solidariedade, uns ajudem aos outros; que descubram que a comunicação pode ser feita de diversas maneiras , sem ser a verbal; que percebam que numa sociedade todos dependem uns dos outros concorrendo para o bem geral, praticando a cooperação.
"A maneira como se joga pode tornar o jogo mais importante do que imaginamos, pois significa nada menos que a maneira como estamos no mundo" - J.B. Leonard
Nessa dinâmica é comum o participante ficar desapontado quando ele percebe que procurou um lugar para si, sem se lembrar que poderia ter colaborado com os colegas com um simples apontar de dedo, pois pede a dinâmica apenas para não falarem, e percebem que poderia ter-se comunicado de outras formas sem ser a verbal.
Encerrada a vivência, reunir a turma para uma avaliação. Perguntar , se for o caso, por que não auxiliaram determinada criança, que sem saber qual a sua cor de esconderijo acabou por se abrigar em lugar cuja cor não era a que trazia na testa. Ouvir atenta as respostas, sem atitude de crítica ou censura, pois o desapontamento já é o suficiente para o jovem perceber a lição que a dinâmica encerra.
Conversar com eles, e levá-los a observar a vida, imaginando qualquer cena do nosso dia-a-dia para perceber que vivemos nessa imensa "teia" de mútua dependência. E que temos uma posição importante a ocupar nesse mundo.
Sendo assim, vocês não acham que é fundamental refletir sobre qual tem sido a nossa posição no mundo, na vida?
Em geral, as crianças se saem bem, colaborando umas com as outras, se divertindo muito, ao mesmo tempo que se sentem felizes por poder ajudar.
Felicidades, e muita paz a todos.
(Maria Lucia)
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