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July 23
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BIODIVERSIDADE
CONVIVENDO
COM AS
DIFERENÇAS
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Olfato
...e o olfato foi se desenvolvendo para essas percepções.
Sobre a mesa uma grande cesta de frutas.
Vamos falar com as crianças sobre isso.
Porque então, se a diversidade é tão importante, se o diferente é tão fundamental, por que temos dificuldades em lidar com as pessoas que são diferente de nós?
- Que tem uma religião diferente;
- Que tem uma cor diferente;
- Que tem um pensamento diferente.
Por que a gente mata uma pessoa que pensa diferente de nós. 99% dos crimes ocorre por que alguém pensou diferente. Então por que a gente não aceita o diferente e faz com que essa diferença faça a gente crescer?
Se você tem alguém com quem não se simpatiza, por que ele pensa diferente , entenda que ele vai fazer com que você desenvolva a paciência que você não tem, o amor que você não tem, a tolerância... enfim.
Se isso não fosse fundamental para a evolução dos mundos, Deus não teria criado tanta diversidade.
Se olharmos para os planetas do sistema solar, nossa galáxia, os trilhões de estrelas, nenhuma é igual a outra, não tem nada semelhante. Observe uma tangerina, nenhum gomo é igual, cada um é cada um.
Posto junto pra se harmonizar.
Trabalhando com as crianças a questão da biodiversidade, do diferente, que nós só existimos porque existe a biodiversidade.
1. Nós temos que aceitar
2. Amar
3. Compreender a oportunidade e fazer disso uma escada de progresso
_ Você pode pensar muito diferente de mim., mas mesmo assim eu posso te amar, mas mesmo assim eu posso entender você, que pode me fazer crescer. Você é importante. Isso é o primeiro momento.
No segundo momento, fazermos uma grande salada de frutas pra ver a diversidade, depois a gente joga um creme de leite em cima...
A fruta sozinha, uma delícia, mas agora todas juntas, mais gostosas ainda.
VIVÊNCIA
Sobre a mesa uma grande cesta de frutas.
São todas iguais?
São todas da mesma cor?
Quais as cores que vocês observam?
E a forma?
Quais são, oval, redonda, comprida...
Vocês conhecem essas frutas?
Sabem o nome de todas elas?
Será que elas vieram da mesma planta?
Vocês já viram as plantas que dão essas frutas?
Vamos escolher uma fruta para nós? Só uma.
Traga a fruta para bem junto do seu rosto, sinta o aroma dela, profundamente, Isso... sinta com bastante vigor, toque nela com seu rosto.
Perceba a temperatura, toque nela com os dedos. Observe, agora, os detalhes da fruta que você tem na mão: a forma, a cor, a textura, sinta se ela está quente, se ela está fria, se o cheiro é bom, agradável, veja os seus contornos, se ela é rústica, se ela lhe agrada tocar nessa fruta, verifique o sentimento que você tem nesse instante...
Agora, feche os olhos...segure firmemente essa fruta, lembre-se da planta que a produziu, traga essa planta no seu pensamento, sinta essa planta; visualize suas folhas retirando do Sol a energia necessária pra transformar a água e os nutrientes do solo, retirado por suas raízes, e transformado num fruto tão belo!
Sinta o momento, o trabalho que essa planta teve pra trazer até nós essa criação que nos agrada e embeleza os nossos olhos. Sinta verdadeiramente, sinta que um dia choveu, molhou as folhas, molhou o solo, que veio o Sol que a aqueceu... que um dia o homem se aproximou dela e a trouxe até nós.
Vamos experimentar um pedaço dessa fruta, somente um pedaço, saboreie esse pedaço, deguste.
Sinta como a planta adocicou a água, como ela está doce! Quando vocês sentirem essa fruta, percebam o amor do Pai por nós, que através de suas criações, alimentam nosso corpo.
“Como esse Pai é doce!” ( comentário de alguém do grupo).
Agora, escolha um amigo. Olhe nos olhos desse amigo. Vamos ficar todos em silêncio, apenas olhando nos olhos. Perceba-o nesse instante, olhe-o fixamente. Intensamente.
Retire um pedaço da fruta que te alentou, e ofereça ao teu amigo. Deixa que ele experimente do seu amor, e sinta também o amor do seu amigo
E novamente, nesse instante, sinta o amor do Pai por nós, que através de suas criaturas alimenta a nossa alma.
REFLEXÃO
“Nesse instante novamente sinta o amor
do Pai por nós que através de suas
criaturas alimenta a nossa alma”
Muito importante que a criança faça essa reflexão, e que a gente também faça essa reflexão, que pensemos nisso.
E quanto as criaturas de Deus alimentam de verdade a nossa alma
Então, quantas vezes eu fui alimentada pelo meu amigo? Que um abraço, um olhar, um sorriso, um aconchego, me nutriu de verdade?
Quantas vezes, nós chegamos , por exemplo, perto de um cãozinho e a gente fica feliz quando ele vem ao nosso encontro?
Quantas vezes a gente olha uma flor se abrindo e aquilo toca profundamente a nossa alma?
E de quantas milhares de maneira o Criador realmente chega até nós nutrindo o tempo todo e todo o tempo?
O quanto a gente tem de refletir nisso!
Quando a gente pensar que por um minuto, um segundo, somos capazes de alimentar alguém, dar alguma coisa, deixar algo de bom desprender da gente...
Eu comi a fruta, ela me alimentou, ela deixou de existir.Quando eu ombreio com alguém, um amigo, amiga, coleguinha da escola, com nossos familiares, ou quando eles ombreiam comigo, a gente não se desfaz, não se desconfigura, a gente continua sendo o que é, e mesmo assim um alimenta o outro.
Achei esta parte, extraordinário!
Pra gente refletir o quanto a gente pode ser alimento na vida de alguém. Portanto, nós temos que estar abertos e perceber
Uma proposta de atividade/vivência de
Ana Maria de Terra de Ismael – Região de Ribeirão Preto SP
 June 23
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3 a . LEI DE DESTRUIÇÃO
LE – Livro III – Cap. 6
Sugestão 3 a .1:
Proposta de Atividade
(por Rita Foelker. Idade sugerida:
8 a 12 anos)
Bolo ou bolinhos
Quando fazemos um bolo, que é um alimento,
lidamos diretamente com a destruição.
Quebramos ovos, desmanchamos as gemas,
dissolvemos o açúcar, enfim, destruímos todos
os ingredientes e até o gás, para ter o bolo.
Quando temos o bolo, nós o comemos, ou seja,
destruímos para transformar em energia e
substâncias que nosso corpo precisa.
Então, uma boa idéia pra uma turma de
8 a 12 anos seria realizar este processo,
analisando o que vai acontecendo com a
matéria.
Diálogo:
Observar outras situações
de destruição, verificando que é uma
lei natural e quais seriam os problemas
que teríamos, se ela não existisse.
Para os maiores, poderíamos trazer a frase de
Lavoisier: Na Natureza nada se ganha, nada se
perde, tudo se transforma. Verificar que
destruição não é sinônimo de perda, mas de
transformação.
Sugestão 3 a .2: Proposta de Atividade (por Rita Foelker)
1. Trazer para a sala folhas e flores, fazendo
anotações sobre seu estado e aparência, odor,
textura num determinado dia e, depois,
observar
e anotar os mesmos dados nas aulas seguintes.
Verificar o que acontece com a matéria dos
vegetais.
2. Pegar fotos de árvores em vários estágios de
crescimento, até árvores mortas, e fazer um
jogo de montar a seqüência correta.
Conversar com a classe, tentando descobrir que
processo é este, por que ele existe e para que
serve.
3. Observar que a lei de destruição pertence à
Natureza, que tudo o que é material tem uma
vida útil e depois se desagrega, desintegra...
para acontecer o quê? O que acontece com as
folhas
e flores secas, na Natureza? Viram alimento
para novas plantas... para alguns insetos...
4. Bem... se a existência das coisas materiais é
passageira, qual é o seu valor? Sugiro um livro
que escrevi, “Toco de Lápis, Pena de Ganso”,
que saiu pela Petit, e uma conversa sobre a
importância das coisas materiais.
| May 27
TERRA DE ISMAEL
VIVÊNCIA –
TRABALHANDO OS SENTIMENTOS.
Material :
§ Vidros com tampa;
(daqueles de maionese, compota,)
§ Fita crepe para escrever o nome de cada criança, no vidro;
§ Colher de plástico;
§ Tigelas com terra, fubá, farinha, esterco, espinhos, serragem, pó de café usado, folhas velhas picadas, areia, glíter, água, guache, etc...
Essa aula deve ser seqüência de aulas trabalhadas como: Imortalidade, Reencarnação, Evolução, Progresso....
Dar um vidro vazio para cada criança. Falar com eles, que fomos criados simples e ignorantes, todos iguais, inclusive Jesus.( essa aula deve ser bem desenvolvida, trabalhada)
Recordar rapidamente aula anterior sobre a água, e aí ir colocando água nos vidros de cada um, e dizendo que naquele momento por exemplo, Joaquim (nome fictício) está sendo criado, e todos atentos para a criação de Joaquim e ir colocando água nos vidros e continuar dizendo que depois nós fomos nos relacionando, convivendo uns com os outros,e assim foram surgindo os sentimentos, as vezes brigávamos, as vezes ficávamos tristes, e as vezes felizes.
Falar com eles dos sentimentos conhecidos, como por exemplo: amor, alegria, raiva, bondade, ódio, ciúme, inveja, mágoa, etc. De acordo com o tanto de sentimento que eles queiram trabalhar nessa vivência.
Depois de falar quais sentimentos eles conhecem bem, perguntar:
Você , sente ciúmes? Quando? Deixar a criança falar. Depois perguntar do ciúme um a um, e deixa-los falar qual o momento em que sente aquele sentimento.
Em seguida, é o momento deles identificarem os sentimentos com os elementos trazidos. Pra você Joaquim, o ciúmes como é? É parecido com a terra? a areia? a serragem? As folhas secas?
Depois que Joãquim tenha identificado o sentimento, pedir que com a colher coloque no vidro a quantidade que ele acha que tem com ele daquele sentimento (1,2,3 colheres..) e repetir com todos um a um, e com o restante dos outros sentimentos.
Depois de todos passarem por esta etapa e que em todos os vidros tenha um pouco de cada sentimento, e perguntar a eles o que acontece quando alguém nos esbarra, empurra, quer brigar, e que mexe com nossos sentimentos?
Deixar que eles falem ou então, dar a colher e pedir com que eles agitem o que está dentro do vidro.
Deixar eles expressarem o que eles estão vendo e sentindo e ir perguntando para eles o que foi que aconteceu com o amor, com a bondade, a alegria; se misturou com nossos sentimentos infelizes e a gente não acha? E ir fazendo perguntas; é assim que nós ficamos? Com essa aparência? Como será que as pessoas nos vêem quando estamos assim? ( recordar o coco maduro por fora)
Perguntar sobre Jesus; Como seria os sentimentos em Jesus? Iguais aos nossos?Pegar um vidro para Jesus e ir fazendo comparações:
Jesus tem alegria? Tem.
Como é a alegria de Jesus? É igual a nossa? Não.
Jesus tem ódio? Não.
Não colocar nada no vidro de Jesus e aí ir fazendo comparação da água limpa com a água suja e ir colocando no vidro de Jesus.
Jesus tem amor? Tem.
É igual ao amor que sentimos? Não.
E ir colocando água no vidro de Jesus( água limpa, transparente, etc...) A cada sentimento de Jesus, ir colocando água. Depois agitar o vidro de Jesus e ver o que acontece quando alguém mexe com ele.
Perguntar quem gostaria de ficar como Jesus. O que poderíamos fazer para reverter aquela situação, que passos precisamos dar? Deixar as perguntas no ar para pensar em casa, levar os vidro bem tampados e pedir para que eles observem o tempo que vai demorar para a sujeira da água abaixar. Trazer o vidro na próxima aula, deixar que cada um fale.
Lembre-se , amigo...Nunca dar nada pronto à criança. Incentive-a ao raciocínio, a pensar, a sentir... Tenha a liberdade de mexer nessa vivência se assim o desejar, coloque nela, algo de seu...e verá que ela ficará muito mais rica e proveitosa. Todo evangelizador deve conhecer seus evangelizandos, portanto, mãos no trabalho e felicidades!
M.Lucia
| April 20
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DINÂMICA Autógrafos
"Ser mais é unir-se cada vez mais"
(Teilhard de Chardin)
Idade: acima de 10 anos...
Qual o objetivo?
Conseguir o maior número de autógrafos possível, numa folha de papel.
É uma dinâmica muito simples. Basta coletar assinaturas uns dos outros.
Mas, atenção. Não vale autógrafo repetido.
temos folha de papel e canetas no centro da sala.
1...2...3...já! Está valendo!!!! Apenas 03 minutos!
Para o evangelizador
Entenda a proposta:
Consiste numa dinâmica cujo resultado depende da percepção que os participantes tem:
- da dinâmica em si.
- do objetivo.
- dos outros participantes.
Uma dinâmica que serve para dois tipos de propostas:
1ª) Uma forma para alcançar uma Meta Comum ou Solucionar um Problema.
2ª) Fazer com que o evangelizando perceba que "Só recebemos o que damos" ou "É dando que se recebe", implícita na dinâmica. E vamos ficar hoje com a segunda proposta.
Logo de ínicio , o facilitador ou evangelizador, perceberá , constatará , em 90% a ação competidora da turma.
Quando apliquei essa dinâmica, percebi isso de imediato, e constatei que não atingiria o objetivo que era que eles percebessem a proposta do "É dando que se recebe" .
Após esse primeiro tempo, solicitei dos participantes que identificassem os fatores que dificultaram a realização do objetivo da dinâmica. E eles responderem:
a) a pressa
b) falta de organização
c) individualismo
d) falta de clareza de objetivos
e) desconfiança
Reiniciamos a dinâmica, não sem antes, esclarecer que não estava em jogo a quantidade de autógrafos colhidos de todos, mas o sentimento com que era dado o autógrafo.
Ao final do segundo tempo, a atuação da turma melhorou sensivelmente...predominando a ação mais cooperativa de todos.
Questinados depois a respeito dos fatores que facilitaram a segunda etapa apresentaram o seguinte:
a) paz-ciência
b) cooperação
c) solidariedade
e ainda ressaltaram o bem estar que sentiram por não precisarem competir para ser o primeiro da turma na quantidade de autógrafos.( não vale autógrafo repetido)
E finalmente chegaram a conclusão desejada pela dinâmica: que ao darem seus autógrafos, estavam recebendo também os dos companheiros, que não havia,então, necessidade para a competição, mas sim a ação da cooperação.
REFLEXÃO: Temos sido ao longo dos milênios , condicionados para competir .
E que sendo um "condicionamento" ele é fruto de um processo de aprendizagem, inserido num contexto cultural mais amplo.
Fomos "treinados" - via escola, família, mídia e por trantos outros meios - para acreditar que não temos escolhas e para aceitar a competição como a opção"natural" para nosso crescimento e realização.
Segundo Albert Einstein, "o ser humano é uma parte do todo,chamado "Universo" uma parte limitada no tempo e no espaço. Ele percebe a si próprio, seus pensamentos e sentimentos como algo separado do resto, uma espécie de ilusão de consciência. Essa ilusão é para nós uma espécie de prisão que nos restringe aos nossos desejos e ao afeto por poucas pessoas próximas a nós. Nossa tarefa é nos libertar dessa prisão, ampliando nossa esfera de amor para envolver todos os seres vivos e a Natureza em toda a sua beleza."
Podemos, então, desfazer essa ilusão e ESCOLHER com consciência e liberdade. Escolher o potencial de Cooperação, que existe em cada um de nós.
Essa dinâmica adaptei para a evangelização tendo em vista a proposta do Evangelho de Jesus, quando nos recomenda o amar ao próximo, fazer ele o que gostaríamos que nos fosse feito.
Fonte: JOGOS COOPERATIVOS - Fábio OtuziBrotto
AMIGOS QUERIDOS NÃO SE ESQUEÇAM DE PROCURAR AULAS EM "CATEGORIAS"- ALI ESTÁ DE FORMA ORGANIZADA PARA FACILITAR O TRABALHO DE TODOS.
| April 18
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Essa aula de Evangelização nasceu de uma conversa com minha amiga
a Cléia Felcar.
Falávamos sobre o Evangelho, quando em dado momento ela disse:
“O espírito é como um campo que deve ser cultivado”.
Imediatamente meu pensamento correu célere, pensei nas crianças da
Evangelização; que tema! Já vislumbrava a aula toda! Não, o tema era
para o ano todo...a vida toda!!!!
Mas de onde ela tirara aquela frase tão inspiradora?
Do Evangelho segundo o Espiritismo, Cap. XI, “A Lei Do Amor, item 8.
O último parágrafo.
Meu Deus! Como eu não havia prestado atenção nela? | |
É, mas é assim mesmo, lemos, estudamos, e verdadeiras pérolas
nos escapam ao sentido. E no domingo seguinte, lá estava eu
e as minhas crianças, (25 ao todo) remexendo a terra em jardineiras,
ao redor dos muros do Centro, em todo lugarzinho onde havia um
pouco de terra, e também a terra do nosso coração.
Iniciei perguntando: O que é um campo? Se eles conheciam um,
O que é cultivar? Por que precisa ser cultivado?
O que podemos plantar em um campo?
O alimento que
colhemos ali é necessário?
Foram tantas respostas, mais que o número das perguntas. Interessante,
que algumas crianças ignoravam que o alimento vinha da terra,
acreditavam que nasciam nas prateleiras do super mercado.
Levei jardineiras com terra bem dura, com torrões, espinhos,
pedras de vários tamanhos, gravetos, etc.
Vocês acham que aqui vai nascer algo? Se plantarmos uma semente,
ela germinará? ( Pras crianças menores eu disse que dentro da sementinha
tinha um filhotinho de semente).
O que é preciso fazer?
As crianças prontamente se puseram a limpar a terra, retirando
os elementos inúteis que se misturavam à ela. Expliquei a função do arado,
levei a figura de um , retirado de uma revista.
Assim também é com o Espírito. É necessário ir tirando a pedra do orgulho,
do egoísmo, do ciúme, para que possamos semear a semente do amor.
Ainda estamos trabalhando a terra. É um tema rico, que se desdobra ao infinito.
Estamos agora trabalhando para modificar um sentimento que não serve
mais para nós, que queremos transformar.
Não temos pressa. Estamos arando a terra do nosso coração para que
a semente do amor ao próximo germine e cresça em nós.
Qualquer dia, plantaremos a sementinha.
A partir dessa idéia, quantas aulas sobre sentimento e pensamento não
hão de surgir? Estou pensando em levar sementes de milho, feijão, trigo,
arroz, soja, enfim, mas são tantas as idéias que é preciso ir com calma,
pra não perder o foco. Mas de uma coisa estou certa: a espiritualidade
vai amparando e inspirando, de forma a atender as necessidades das crianças.
( e as minha também , é claro)
Maria Lucia
Se você tiver uma idéia sobre esse tema, mande pra mim?
Obrigada pelo seu carinho e felicidades? Beijo.
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April 06
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DESCOBRIR-SE
ATIVIDADE 1 - Celofanes
Tipo de atividade: sensorial / motora
idade :todas
Objetivo: perceber como nossas emoções afetam o modo como vemos as coisas
Material: pedaços de papéis celofane coloridos e decorados e bem variados
Como aplicar:
1) Entregar a cada criança um pedaço
de celofane e pedir que olhem através dele.
Pedir que olhem a sala, os colegas,
os objetos, e que observem como as
cores mudaram, tornaram-se mais claras ou escuras
2) Pedir as crianças que troquem seus pedaços com os colegas
3) Trocas de impressões : pergunte ás crianças quais cores acharam mais bonitas se enxergaram bem com todas ou se era mais fácil com determinadas cores
4) Proponha à classe questões como:
Quais destes celofanes podiam representar a alegria ?
E o medo ? A raiva ? A vergonha ?
Diálogo .....
5) Explicar que, de acordo com o
que estamos sentindo, vemos as coisas de um jeito.
Dê exemplos: alguém que sai tão aborrecido num dia lindo e nem percebe a beeza; etc.
Esculturas vivas: dividir a classe em grupos.
Cada grupo irá criar com os celofanes e com seus corpos esculturas que representem as emoções citadas ( ou outras que venham a citar) .
Pedir que lhe dêem movimento próprio.
Cada grupo se apresentará aos demais.
ATIVIDADE 2 - Escolhas
Tipo de atividade : escrita I.S.: 9 em diante
( podem ser elaboradas formas de aplicação para idades menores)
Objetivo: observar resultados de nossas escolhas , aumentar o discernimento,
.lápis ou canetas e folhas com questões
suficientes para todos.
Como aplicar
Numa exposição breve, mostrar como tudo em nossas vidas está relacionadoa alguma escolha feita por nós ou por outras pessoas ( você também pode contar uma história que demonstre isto
2) Distribuir as folhas contendo as seguintes questões:
Conte uma escolha que você tenha feito durante esta semana
- Como se sentiu com relação a ela?
- Como se sentiu com relação a ela ?
Como se sente agora ?
Sua escolha já deu resultados?
Se deu, foram os que você esperava ?
3) Dialogue a partir das respostas obtidas,
observando que nossas escolhas geram conseqüências. Escolher o amor e a verdade geram boas conseqüências. Escolhas egoístas
podem não ser tão boas quanto parecem.
As escolhas que visam o bem de todos podem ser melhores que aquelas feitas em função de
um interesse pessoal.
Fonte: 30 Atividades de Educação Emocional e
Intuitiva - Rita Foelker
| March 26
Aula: Lei de Ação e Reação ou
Pensamentos doentes e desajustados
Vibrações negativas.
Idade: Todas
Objetivo:
- Demonstrar as conseqüências
dos pensamentos e sentimentos doentes,
em nós mesmos.
Levar para sala de aula:
Um pano branco ou camisa branca.
Um saco de carvão
Iniciar dizendo que aquela camisa branca representa uma pessoa.
A tarefa é atirar carvão nela ,
uns três metros de distância.
Depois de vivenciada esta experiência ,
evangelizador e crianças, (todas sujas),
conversarão sobre a vivência,
Recadinho da M.Lucia: 
1.) Querido evangelizador, não encare o conteúdo desse Blog como aulas prontas! Aproveitem as aulinhas como sugestões e dicas, como se fossem aquele acender de um fósforo, que fará iluminar as suas próprias idéias, como ocorre comigo quando encontro algum texto, uma idéia, uma aula... Você tem inteira liberdade, e deve tê-la, para mexer na aula, adaptar, modificar de acordo com as necessidades de seus evangelizandos, transformar as vivências e dinâmicas de acordo com seu gênio criador!!! Fique à vontade.
2.) Não se esqueça de procurar em "Categorias", o que estiver buscando, e de deixar comentários, sugestões, dicas, suas vivências. Abraço fraterno..
March 25 VIVÊNCIA: Cenoura, ovo ou erva cidreira?
MATERIAL: Três panelas ou canecas com água
Cenouras, ovos e erva cidreira
Fogão
Comece dizendo às crianças que as lições da vida podem estar em toda parte, até na cozinha!

Muitas vezes nos queixamos: se chove ou faz sol, se faz calor ou se faz frio; ou como é tudo difícil para nós...Reclamamos do papai, que é muito rígido para nós, da mamãe que vive nervosa, não tem paciência, dos irmãos que são uns chatos Reclamamos da professora, dos colegas, da escola...de toda e qualquer dificuldade. Nos sentimos cansados, desanimados. Parece que quando um problema está resolvido , eis que surge outro. Ah...como tudo é chato e sem graça!
Vivência:
1. Encher três panelas com água e levar ao fogo alto.
2. Em uma delas colocar as cenouras, em outra os ovos e, na última a erva cidreira.
3.Deixar que tudo ferva sem falar do que se trata. Enquanto isso dialogue com as crianças sobre as questões apresentadas no ínicio, sobre a vida familiar, social ou escolar.

4. Vinte minutos depois retirar as cenouras, em seguida os ovos, e o chá num bule.
5.Perguntar às crianças o que elas estão vendo.
6.Peça que elas experimentem as cenouras.Peça a uma das crianças que quebem os ovos, retire a casca. Fazer uma observação do endurecimento do ovo com a fervura.
7. Finalmente todos tomam o chá. Comentar sobre a delícia, o aroma , o sabor , a cor...
Explicar que cada um deles experimentou a adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de forma diferenteA cenoura forte, firme, inflexível, mas depois de ser submetida à água fervendo, ela amolecera, se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis, sua casca fina havia protegido o líquido interior,mas depois de terem sido fervidos na água seu interior se tornara duro.
A erva cidreira, contudo, era incomparável. Depois que foram colocadas na água fervente, elas haviam mudado a água. Transformaram a água.
PERGUNTAR: Qual deles são vocês?
Quando a dificuldade batem à sua porta, como vocês respondem?
Como a cenoura que parece forte, mas com a dor e adversidade você murcha, torna-se frágil e perde a sua força?
Ou será como o ovo que começa com um coração maleável mas que depois de alguma perda, uma decepção, se torna mais duro apesar de a casca parecer a mesma?
Ou será que você é como a cidreira, capaz transformar a dificuldade, a adversidade, em algo melhor ainda do que ela própria? Passando pela dor, pelo fogo que transforma, para produzir um bem que ajuda, que beneficia, que alivia...?
Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós - somente a nós se a resposta à suposta crise irá ou não afetar o nosso rendimento escolar, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida enfim...
Diante de qualquer contrariedade, obstáculos , desafios, lembrar que podemos escolher em ser, como a cenoura, o ovo, ou a cidreira.
No final, fazer uma bela salada com as cenouras e os ovos, e em seguida apreciar o gostoso chá de cidreira.

March 23 
ÁGUA
Hoje vamos estudar sobre a água.
Com muita atenção, com muito amor, com muito carinho. Porque hoje vamos aprender uma coisa maravilhosa sobre a água!
Hoje falaremos sobre os chás. Começaremos sobre a MENTA. A tia tem aqui: a jarra, a menta. O que a gente precisa pra fazer um chazinho de menta?
“Da água!!!. Água quente!
O que aquece a água? O fogo!!!!
Então, a gente precisa da água, da menta, do fogo. E o que precisamos mais pra esse chazinho ficar mais gostoso?
“O açúcar!!!”
Muito bem! É bom esse chá? Como ele fica? Pra quê ele é bom? (Ver na “Cartilha da Natureza”). Lembre-se: ele só foi possível pela água!
Pra ficar melhor ainda, a tia colocou erva-cidreira. Então a tia achou que era pouco, colocou umas pedrinhas de gelo. E o que aconteceu? CHÁSUCO. Que delícia! Dá água na boca.
A tia ainda achou pouco... e colocou ....um limãozinho!
Que delícia. Vamos observar, ficou bonito?
O que foi usado para fazer este chá?
(todos juntos nomeiam os sete elementos usados)
Olham só que interessante! A água se juntou com a mentinha, com o açúcar, erva-cidreira, limão , ficou verdinho e se transformou em remédio, e além de remédio, um suco delicioso! Como a água é boa, não?
E agora, se a gente impor as mãos sobre o chá? O que acontece, pra ficar melhor ainda? REMÉDIO!!!
A água aceita tudo. Interage com todos os elementos. Ela deu algo dela, o calor do fogo deu algo dele, o açúcar, o gelo, e ............................com o fluido também.
E se ao invés disso a tia falar um palavrão?
A água da nossa casa recebe toda as nossas vibrações. A água é abençoada.
A tia vai falar uma coisa: Cada um vai ser um desses elementos. Cada grupinho fica com um folha de cartolina. Fazer grupinhos da menta, da água, do chásuco, do açúcar, do gelo, etc.
Cada grupinho, uma cor.Então, cada um terá a sua cor. Ninguém pode trocar. Cada um terá também um número. ( sete números)
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ESSA VIVÊNCIA É LÁ DOS EVANGELIZADORES DE
TERRA DE ISMAEL. (SÍTIO)
REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO SP
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