October 14
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DINÂMICAS
Aqui estão reunidas diversas dinâmicas que podemos
utilizar com as nossas crianças e jovens.
As atividades são bastante interessantes para todos que trabalham com
Evangelização e Educação.
01. AUTÓGRAFOS Cada educando recebe uma folha de papel em que deverá, ao sinal de comando do educador, conseguir o maior número de autógrafos de seus colegas, no tempo de 1 (um) minuto. Não vale autógrafo repetido. Após esse minuto, o educador solicita que os educandos identifiquem os fatores que dificultam a realização do objetivo do jogo (conseguir os autógrafos dos colegas). Depois desse debate, inicia o segundo tempo, dando mais 1 (um) minuto para que os educandos coletem os autógrafos, mas antes de iniciar o segundo tempo, solicita que todos parem para pensar juntos. No final, questiona sobre os fatores que facilitam o jogo. A comparação dos fatores, os que dificultam e os que facilitam, mostrará que o grupo iniciou a tarefa em conflito e depois, utilizando a cooperação, conseguiu realizar a tarefa.
02. DANÇA DAS CADEIRAS - Colocar em círculo um número de cadeiras menor que a metade do número de participantes. Em seguida propor o objetivo comum: terminar o jogo com todos os participantes sentados nas cadeiras que sobrarem. Colocar música para todos dançarem. Quando a música parar, TODOS devem sentar usando as cadeiras (e os colos uns dos outros). Em seguida o educador tira uma ou duas cadeiras (e assim sucessivamente). Ninguém sai do jogo e a dança continua até nova parada (e assim por diante). Os educandos vão percebendo que podem se liberar dos velhos, desnecessários e bloqueadores "padrões competitivos". Na medida que se desprendem dos antigos hábitos, passam a resgatar e fortalecer a expressão do "potencial cooperativo" de jogar e viver. O jogo prossegue até restar uma cadeira, ou mesmo sem cadeira (vai até onde o grupo desejar).
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Para instruir necessita-se do conhecimento doutrinário e pedagógico, porém para evangelizar é preciso muito mais... É preciso amor e dedicação.
| December 16
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Dinâmica 01: A vida é uma novidade vibrante!!
CONVIVÊNCIA
Desenvolvimento: Sentados(as) em pequenos círculos
(5 a 6 pessoas),
cada participante pega um giz de cera de cor diferente da que o(a)
companheiro(a) escolher. Ao som da música, cada um inicia um desenho,
procurando expressar um problema ou uma idéia. Ao comando do evangelizador
cada participante passa o desenho para a pessoa da direita, recebe o desenho
da pessoa da sua esquerda (sem mudar a cor do seu lápis) e prossegue a
atividade, observando o que recebeu e completando o desenho com
o que considerar oportuno para a solução do problema
ou enriquecimento da idéia.
Quando a folha com a qual cada participante iniciou a atividade,
retornar às suas mãos, fazem-se os comentários e reflexões.
**Considerações que podem auxiliar:
*Permitir que o outro partilhe com você e que o(a) ajude.
*Se você for forte, nunca tenha tanto orgulho de sua força, a ponto de
pensar que não precisa de apoio.
*Refletir: A minha cor foi importante para o outro?
A cor do outro foi importante para mim?
*Mesmo com uma cor escura no momento, você pode
expressar bons sentimentos. A força interior existe!
O mesmo lápis que escreve o ódio, escreve AMOR.
*Cada um de nós tinha uma cor, mas o desenho que está conosco
não tem apenas mais uma cor, tem outras cores.
Quando estamos abertos para receber o outro,
a vida é uma novidade vibrante!!!
FELIZ NATAL!!
| December 07
TEMA: SOMOS TODOS IGUAIS PERANTE DEUS
Subsídios: Evangelho Segundo o Espiritismo –
Allan Kardec - cap.11
Amar ao próximo como a si mesmo.
Livro dos Espíritos- cap. 11 - Lei de Igualdade.
Objetivo:
Direcionar a criança a fazer o discernimento
das diversas características existentes
entre as pessoas
(Ex: físicas, morais, intelectuais);
§ Avaliar a condição de cada indivíduo dentro da sociedade
(Ex: condição social, financeira);
Analisar o racismo e as discriminações,
preconceitos frente aos defeitos físicos;
Despertar na criança o sentimento
de igualdade que deve existir entre todos;
Fazer com que a criança se
certifique do seu potencial próprio, gostando de si mesma
fortalecendo sua coragem, fé resignação, a vontade de
lutar para melhorar-se;
§ Firmar o propósito de que cabe a cada um de nós
a superação própria.
Motivação:
Como sugestão o Evangelizador poderá
apresentar 2 flores distintas para as crianças:
flor nº 1 – exuberante;
flor nº 2 – mais simples
Despertar a curiosidade sobre
o que representa as flores e explorar o tema
através delas ( ex: qual flor escolheriam? Por quê?
A aparência é importante? Uma delas deve se
sentir privilegiada ou melhor que a outra?)
Fixação:
Cada criança receberá uma gravura e terá que
encontrar seu par:
Ex:
Pobre com ricos
Periferia com bairros privilegiados;
Casa luxuosa e casa simples;
Estudante com analfabeto;
Empregado com patrão;
Deficientes físicos com pessoas de plena
saúde;
Moreno com loiro
Negro e branco;
Criança em casa com criança na rua;
Velho com jovem, etc.
Formando-se os pares, serão lançadas as
seguintes perguntas:
1. O que meu par tem de bom?
2. Quais suas características e qualidades?
3. O que pode fazer pelo seu parceiro,
4. para um mundo melhor?
5. O que pode fazer por si próprio.
No final, serão reunidos todos os pares,
em um grande mural,
finalizando com a seguinte frase:
PARA DEUS SOMOS TODOS IGUAIS.
Material:
Flores naturais, gravuras, fotos de revistas
e jornais, fantoches, etc.
Sugestão 2
Levar um pacote de balas, que deverão estar
embrulhadas com papel diferente, sabor diferente,
mas todas são doces. As crianças devem
manusear o conteúdo, apalpar, desembrulhar,
perceber o papel, a cor, etc.
3ª SUGESTÃO
Recortar figuras humanas de revistas
Pedir às crianças para separar homens ,
mulheres, crianças, jovens, idosos.
Separar também os pobremente vestido,
dos ricamente vestidos.
Separar os com sorriso, alegres, parecendo
felizes, dos sérios, tristes, etc
Reflexão:
Nossos corpos são: diferentes na cor
(brancos, morenos, negros, amarelos, vermelhos (índio);
No formato: alto, baixo; magro, gordo;
Enfim, enumerar as diferenças
que achar convenientes.
Mas, em essência somos iguais (o doce da bala)
Podemos ter sabor morango, abacaxi, laranja
( conteúdos de cada um, mas continuamos iguais)
(doce da bala)
Distribuir as balas
| November 29
Um conto judaico
"Um dia, a Verdade andava visitando os homens sem
roupas e sem adornos, tão nua como o seu nome.
E todos que a viam,
viravam-lhe as costas de vergonha ou de medo.
E ninguém lhe dava a s boas vindas.
Assim, a Verdade percorria
os confins da Terra, rejeitada e desprezada.
Uma tarde, muito desconsolada e triste,
encontrou a Parábola, que passeava alegremente,
num traje belo e muito colorido.
- Verdade, por que estás tão abatida? - perguntou a Parábola.
- Porque devo ser muito feia, já que os homens me evitam tanto!
- Que disparate! - riu a Parábola -
não é por isso que os homens te evitam.
Toma, veste algumas das minhas roupas e vê o que acontece.
Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola e,
de repente, por toda a parte onde passava, era bem vinda.
- Pois os homens não gostam de encarar a Verdade nua; e
eles a preferem disfarçada.
(Desconheço o autor)
Dialogar com as crianças sobre:
O que é a verdade?
O que é a mentira?
Refletir sobre as consequências da Mentira;
e sobre os benefícios da Verdade.
Maria Lucia | November 13 
Evangelização Infantil
idade: 7 e 8 anos
Tema: Diferença entre Lar e Casa
Objetivo: Conscientizar a criança que o lar tem como base o amor.
Incentivação: Relembrar a aula anterior: - frases para as crianças completarem
- Cada um de nós com nossos pais, irmão e etc formamos ............. (família)
- Os espíritos se reúnem em família para aprenderem a ............... (amar)
- A família em ........... (uma casa).
Levar um desenho grande de uma casa. Construiram essa casa e na hora de colocar a tabuleta na porta, o menino ficou em dúvida com a frase que ele colocaria, qual é a certa ou qual é a errada? Vamos ajuda-lo? Uma casa feliz ou um lar feliz?
Desenvolvimento - Perguntar:
Será que casa e lar é a mesma coisa? O que é casa? O que é lar?
- contar a história: "Dona Casa do Telhado Amarelo". Cléo de Albuquerque Melo.
Conclusão: Lar é reunião de duas ou mais pessoas que se unem para se ajudar e evoluírem juntas.
- lugar de voltar; - lugar de ir e vir; - lugar de ficar; - e de construir.
Fixação: Painel com desenho de uma casa grande e figuras de pessoas se relacionando e que poderiam representar um lar.
Lar: reunião de duas ou mais pessoas que se unem para se ajudar e evoluírem juntas. Se respeitam, procuram conversar e se entender, compreendem-se e perdoam-se. Avisam onde vão, se demoram avisam porquê.
July 28
 
QUERIDOS AMIGOS VISITANTES!
PARA FICAR MAIS FÁCIL A SUA PROCURA PELAS AULAS E VIVÊNCIAS, BUSQUE EM "CATEGORIAS"....FELICIDADES! July 24
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DEPARTAMENTO DE
EVANGELIZAÇÃO INFANTIL
Na programação da Evangelização consta o tema
"Campanha Tá na Cara: conhecimento de si mesmo" .
Essa campanha tem como objetivo levar a criança a perceber
os seus sentimentos e como eles podem alterar a nossa vida.
Colocamos nesta página a primeira dessas aulas.
Aula preparada para 05-06 anos.
Tema: "Campanha Tá na Cara: conhecimento de si mesmo"
- descobrindo os sentimentos
Objetivo: compreender a importância do autoconhecimento.
Incentivação: colocar para as crianças figuras de rostos
caricaturados: tristes, alegres, com medo, assustados,
zangados, curiosos.
As crianças deverão identificar o que as carinhas estão
exprimindo
ou também pedir que falem de situações que as deixariam
com essa ou aquela expressão.
Desenvolvimento: fazer um teatro de varetas com a história
"A Descoberta de Laura" .
Discutir com as crianças que devemos : - investigar se nossos sentimentos são bons ou maus; - qual a causa dos sentimentos inferiores; - trabalhar conosco modificando-os para melhor.
Avaliação: propor para as crianças que continuem
a história de Laura;
como ela agiria dali para frente depois que ela
descobriu que tinha
um sentimento inferior em relação à irmã.
A Descoberta de Laura
Laura era a mais jovem dos três irmãos,
filhos de D. Letícia.
Tinha onze anos, enquanto sua irmã, Suzana,
tinha doze e Álvaro, o único irmão, quatorze. Laura até que era boazinha: prestativa, trabalhadeira
e estudiosa.
Entretanto, a menina tinha um problema: reclamava
muito de sua irmã mais velha, a Suzana. - Mãe, o vestido da Suzana é mais bonito que o meu!
Mãe, olhe o cabelo da Suzana, é muito mais jeitoso e
fácil de pentear, enquanto que o meu... só com uma
porção de grampos fica no lugar. D. Letícia falava: - Deixe disso, menina. Se sua irmã tem os cabelos bonitos,
você tem um sorriso encantador.
As roupas dela não são mais bonitas que as suas, você é
que está sempre insatisfeita. Laura, porém, não achava nada disso; sentia-se injustiçada,
achando que ninguém a compreendia, nem Deus, que não a
fizera tão bonita como a irmã... E o engraçado é que, como já
foi dito antes, Laura até que era uma boa menina. Participava
das atividades de ajuda aos necessitados no Centro Espírita,
o que fazia com muito prazer, e era excelente aluna, tirando
sempre as melhores notas na escola. Mas aquela diferença
com a irmã...o que seria aquilo? Laura pensava: afinal,
amava a irmã e não queria que nada de mal lhe sucedesse;
mas, às vezes, lhe dava uma raiva dela... Naquele dia, resolveu conversar com a D.Carmem,
evangelizadora
o 3º ciclo do Centro Espírita que ela freqüentava. - D. Carmem, diga-me,por favor, o que acontece comigo,
com relação à minha irmã? Porque a considero melhor do
que eu em tudo e não gosto disso? D. Carmem olhou-a longamente e falou: - Olhe, Laura, desculpe dizer-lhe, vou ser franca com você, que já compreende bem o Evangelho e o Espiritismo. Na verdade,
você ainda não fez uma análise profunda dos seus sentimentos;
ainda não procurou se conhecer bem, para perceber que o que a
atrapalha é a inveja que nutre pela sua irmã. Laura ouviu tudo meio contrafeita, mas o que a D. Carmem lhe disse calou bem fundo dentro do seu coração. Logo percebeu a verdade. Aprendera que precisamos lutar contra as nossas imperfeições. Mas como faria isso, se nem se conhecia bem? Desde esse dia, a menina passou a analisar profundamente o seu comportamento, pois descobriu que, se não investigasse as causas dos seus atos, nunca conseguiria se corrigir dos seus principais defeitos.
( Vera Verônica N. Cavalcanti )
Fonte: O Melhor é Viver em Família, nº 10
Beatriz de Almeida Rezende Janeiro / 2003
Ribeirão Preto SP
| July 23
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BIODIVERSIDADE
CONVIVENDO
COM AS
DIFERENÇAS
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Olfato
...e o olfato foi se desenvolvendo para essas percepções.
Sobre a mesa uma grande cesta de frutas.
Vamos falar com as crianças sobre isso.
Porque então, se a diversidade é tão importante, se o diferente é tão fundamental, por que temos dificuldades em lidar com as pessoas que são diferente de nós?
- Que tem uma religião diferente;
- Que tem uma cor diferente;
- Que tem um pensamento diferente.
Por que a gente mata uma pessoa que pensa diferente de nós. 99% dos crimes ocorre por que alguém pensou diferente. Então por que a gente não aceita o diferente e faz com que essa diferença faça a gente crescer?
Se você tem alguém com quem não se simpatiza, por que ele pensa diferente , entenda que ele vai fazer com que você desenvolva a paciência que você não tem, o amor que você não tem, a tolerância... enfim.
Se isso não fosse fundamental para a evolução dos mundos, Deus não teria criado tanta diversidade.
Se olharmos para os planetas do sistema solar, nossa galáxia, os trilhões de estrelas, nenhuma é igual a outra, não tem nada semelhante. Observe uma tangerina, nenhum gomo é igual, cada um é cada um.
Posto junto pra se harmonizar.
Trabalhando com as crianças a questão da biodiversidade, do diferente, que nós só existimos porque existe a biodiversidade.
1. Nós temos que aceitar
2. Amar
3. Compreender a oportunidade e fazer disso uma escada de progresso
_ Você pode pensar muito diferente de mim., mas mesmo assim eu posso te amar, mas mesmo assim eu posso entender você, que pode me fazer crescer. Você é importante. Isso é o primeiro momento.
No segundo momento, fazermos uma grande salada de frutas pra ver a diversidade, depois a gente joga um creme de leite em cima...
A fruta sozinha, uma delícia, mas agora todas juntas, mais gostosas ainda.
VIVÊNCIA
Sobre a mesa uma grande cesta de frutas.
São todas iguais?
São todas da mesma cor?
Quais as cores que vocês observam?
E a forma?
Quais são, oval, redonda, comprida...
Vocês conhecem essas frutas?
Sabem o nome de todas elas?
Será que elas vieram da mesma planta?
Vocês já viram as plantas que dão essas frutas?
Vamos escolher uma fruta para nós? Só uma.
Traga a fruta para bem junto do seu rosto, sinta o aroma dela, profundamente, Isso... sinta com bastante vigor, toque nela com seu rosto.
Perceba a temperatura, toque nela com os dedos. Observe, agora, os detalhes da fruta que você tem na mão: a forma, a cor, a textura, sinta se ela está quente, se ela está fria, se o cheiro é bom, agradável, veja os seus contornos, se ela é rústica, se ela lhe agrada tocar nessa fruta, verifique o sentimento que você tem nesse instante...
Agora, feche os olhos...segure firmemente essa fruta, lembre-se da planta que a produziu, traga essa planta no seu pensamento, sinta essa planta; visualize suas folhas retirando do Sol a energia necessária pra transformar a água e os nutrientes do solo, retirado por suas raízes, e transformado num fruto tão belo!
Sinta o momento, o trabalho que essa planta teve pra trazer até nós essa criação que nos agrada e embeleza os nossos olhos. Sinta verdadeiramente, sinta que um dia choveu, molhou as folhas, molhou o solo, que veio o Sol que a aqueceu... que um dia o homem se aproximou dela e a trouxe até nós.
Vamos experimentar um pedaço dessa fruta, somente um pedaço, saboreie esse pedaço, deguste.
Sinta como a planta adocicou a água, como ela está doce! Quando vocês sentirem essa fruta, percebam o amor do Pai por nós, que através de suas criações, alimentam nosso corpo.
“Como esse Pai é doce!” ( comentário de alguém do grupo).
Agora, escolha um amigo. Olhe nos olhos desse amigo. Vamos ficar todos em silêncio, apenas olhando nos olhos. Perceba-o nesse instante, olhe-o fixamente. Intensamente.
Retire um pedaço da fruta que te alentou, e ofereça ao teu amigo. Deixa que ele experimente do seu amor, e sinta também o amor do seu amigo
E novamente, nesse instante, sinta o amor do Pai por nós, que através de suas criaturas alimenta a nossa alma.
REFLEXÃO
“Nesse instante novamente sinta o amor
do Pai por nós que através de suas
criaturas alimenta a nossa alma”
Muito importante que a criança faça essa reflexão, e que a gente também faça essa reflexão, que pensemos nisso.
E quanto as criaturas de Deus alimentam de verdade a nossa alma
Então, quantas vezes eu fui alimentada pelo meu amigo? Que um abraço, um olhar, um sorriso, um aconchego, me nutriu de verdade?
Quantas vezes, nós chegamos , por exemplo, perto de um cãozinho e a gente fica feliz quando ele vem ao nosso encontro?
Quantas vezes a gente olha uma flor se abrindo e aquilo toca profundamente a nossa alma?
E de quantas milhares de maneira o Criador realmente chega até nós nutrindo o tempo todo e todo o tempo?
O quanto a gente tem de refletir nisso!
Quando a gente pensar que por um minuto, um segundo, somos capazes de alimentar alguém, dar alguma coisa, deixar algo de bom desprender da gente...
Eu comi a fruta, ela me alimentou, ela deixou de existir.Quando eu ombreio com alguém, um amigo, amiga, coleguinha da escola, com nossos familiares, ou quando eles ombreiam comigo, a gente não se desfaz, não se desconfigura, a gente continua sendo o que é, e mesmo assim um alimenta o outro.
Achei esta parte, extraordinário!
Pra gente refletir o quanto a gente pode ser alimento na vida de alguém. Portanto, nós temos que estar abertos e perceber
Uma proposta de atividade/vivência de
Ana Maria de Terra de Ismael – Região de Ribeirão Preto SP
 June 23
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3 a . LEI DE DESTRUIÇÃO
LE – Livro III – Cap. 6
Sugestão 3 a .1:
Proposta de Atividade
(por Rita Foelker. Idade sugerida:
8 a 12 anos)
Bolo ou bolinhos
Quando fazemos um bolo, que é um alimento,
lidamos diretamente com a destruição.
Quebramos ovos, desmanchamos as gemas,
dissolvemos o açúcar, enfim, destruímos todos
os ingredientes e até o gás, para ter o bolo.
Quando temos o bolo, nós o comemos, ou seja,
destruímos para transformar em energia e
substâncias que nosso corpo precisa.
Então, uma boa idéia pra uma turma de
8 a 12 anos seria realizar este processo,
analisando o que vai acontecendo com a
matéria.
Diálogo:
Observar outras situações
de destruição, verificando que é uma
lei natural e quais seriam os problemas
que teríamos, se ela não existisse.
Para os maiores, poderíamos trazer a frase de
Lavoisier: Na Natureza nada se ganha, nada se
perde, tudo se transforma. Verificar que
destruição não é sinônimo de perda, mas de
transformação.
Sugestão 3 a .2: Proposta de Atividade (por Rita Foelker)
1. Trazer para a sala folhas e flores, fazendo
anotações sobre seu estado e aparência, odor,
textura num determinado dia e, depois,
observar
e anotar os mesmos dados nas aulas seguintes.
Verificar o que acontece com a matéria dos
vegetais.
2. Pegar fotos de árvores em vários estágios de
crescimento, até árvores mortas, e fazer um
jogo de montar a seqüência correta.
Conversar com a classe, tentando descobrir que
processo é este, por que ele existe e para que
serve.
3. Observar que a lei de destruição pertence à
Natureza, que tudo o que é material tem uma
vida útil e depois se desagrega, desintegra...
para acontecer o quê? O que acontece com as
folhas
e flores secas, na Natureza? Viram alimento
para novas plantas... para alguns insetos...
4. Bem... se a existência das coisas materiais é
passageira, qual é o seu valor? Sugiro um livro
que escrevi, “Toco de Lápis, Pena de Ganso”,
que saiu pela Petit, e uma conversa sobre a
importância das coisas materiais.
| May 27
TERRA DE ISMAEL
VIVÊNCIA –
TRABALHANDO OS SENTIMENTOS.
Material :
§ Vidros com tampa;
(daqueles de maionese, compota,)
§ Fita crepe para escrever o nome de cada criança, no vidro;
§ Colher de plástico;
§ Tigelas com terra, fubá, farinha, esterco, espinhos, serragem, pó de café usado, folhas velhas picadas, areia, glíter, água, guache, etc...
Essa aula deve ser seqüência de aulas trabalhadas como: Imortalidade, Reencarnação, Evolução, Progresso....
Dar um vidro vazio para cada criança. Falar com eles, que fomos criados simples e ignorantes, todos iguais, inclusive Jesus.( essa aula deve ser bem desenvolvida, trabalhada)
Recordar rapidamente aula anterior sobre a água, e aí ir colocando água nos vidros de cada um, e dizendo que naquele momento por exemplo, Joaquim (nome fictício) está sendo criado, e todos atentos para a criação de Joaquim e ir colocando água nos vidros e continuar dizendo que depois nós fomos nos relacionando, convivendo uns com os outros,e assim foram surgindo os sentimentos, as vezes brigávamos, as vezes ficávamos tristes, e as vezes felizes.
Falar com eles dos sentimentos conhecidos, como por exemplo: amor, alegria, raiva, bondade, ódio, ciúme, inveja, mágoa, etc. De acordo com o tanto de sentimento que eles queiram trabalhar nessa vivência.
Depois de falar quais sentimentos eles conhecem bem, perguntar:
Você , sente ciúmes? Quando? Deixar a criança falar. Depois perguntar do ciúme um a um, e deixa-los falar qual o momento em que sente aquele sentimento.
Em seguida, é o momento deles identificarem os sentimentos com os elementos trazidos. Pra você Joaquim, o ciúmes como é? É parecido com a terra? a areia? a serragem? As folhas secas?
Depois que Joãquim tenha identificado o sentimento, pedir que com a colher coloque no vidro a quantidade que ele acha que tem com ele daquele sentimento (1,2,3 colheres..) e repetir com todos um a um, e com o restante dos outros sentimentos.
Depois de todos passarem por esta etapa e que em todos os vidros tenha um pouco de cada sentimento, e perguntar a eles o que acontece quando alguém nos esbarra, empurra, quer brigar, e que mexe com nossos sentimentos?
Deixar que eles falem ou então, dar a colher e pedir com que eles agitem o que está dentro do vidro.
Deixar eles expressarem o que eles estão vendo e sentindo e ir perguntando para eles o que foi que aconteceu com o amor, com a bondade, a alegria; se misturou com nossos sentimentos infelizes e a gente não acha? E ir fazendo perguntas; é assim que nós ficamos? Com essa aparência? Como será que as pessoas nos vêem quando estamos assim? ( recordar o coco maduro por fora)
Perguntar sobre Jesus; Como seria os sentimentos em Jesus? Iguais aos nossos?Pegar um vidro para Jesus e ir fazendo comparações:
Jesus tem alegria? Tem.
Como é a alegria de Jesus? É igual a nossa? Não.
Jesus tem ódio? Não.
Não colocar nada no vidro de Jesus e aí ir fazendo comparação da água limpa com a água suja e ir colocando no vidro de Jesus.
Jesus tem amor? Tem.
É igual ao amor que sentimos? Não.
E ir colocando água no vidro de Jesus( água limpa, transparente, etc...) A cada sentimento de Jesus, ir colocando água. Depois agitar o vidro de Jesus e ver o que acontece quando alguém mexe com ele.
Perguntar quem gostaria de ficar como Jesus. O que poderíamos fazer para reverter aquela situação, que passos precisamos dar? Deixar as perguntas no ar para pensar em casa, levar os vidro bem tampados e pedir para que eles observem o tempo que vai demorar para a sujeira da água abaixar. Trazer o vidro na próxima aula, deixar que cada um fale.
Lembre-se , amigo...Nunca dar nada pronto à criança. Incentive-a ao raciocínio, a pensar, a sentir... Tenha a liberdade de mexer nessa vivência se assim o desejar, coloque nela, algo de seu...e verá que ela ficará muito mais rica e proveitosa. Todo evangelizador deve conhecer seus evangelizandos, portanto, mãos no trabalho e felicidades!
M.Lucia
| April 20
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DINÂMICA Autógrafos
"Ser mais é unir-se cada vez mais"
(Teilhard de Chardin)
Idade: acima de 10 anos...
Qual o objetivo?
Conseguir o maior número de autógrafos possível, numa folha de papel.
É uma dinâmica muito simples. Basta coletar assinaturas uns dos outros.
Mas, atenção. Não vale autógrafo repetido.
temos folha de papel e canetas no centro da sala.
1...2...3...já! Está valendo!!!! Apenas 03 minutos!
Para o evangelizador
Entenda a proposta:
Consiste numa dinâmica cujo resultado depende da percepção que os participantes tem:
- da dinâmica em si.
- do objetivo.
- dos outros participantes.
Uma dinâmica que serve para dois tipos de propostas:
1ª) Uma forma para alcançar uma Meta Comum ou Solucionar um Problema.
2ª) Fazer com que o evangelizando perceba que "Só recebemos o que damos" ou "É dando que se recebe", implícita na dinâmica. E vamos ficar hoje com a segunda proposta.
Logo de ínicio , o facilitador ou evangelizador, perceberá , constatará , em 90% a ação competidora da turma.
Quando apliquei essa dinâmica, percebi isso de imediato, e constatei que não atingiria o objetivo que era que eles percebessem a proposta do "É dando que se recebe" .
Após esse primeiro tempo, solicitei dos participantes que identificassem os fatores que dificultaram a realização do objetivo da dinâmica. E eles responderem:
a) a pressa
b) falta de organização
c) individualismo
d) falta de clareza de objetivos
e) desconfiança
Reiniciamos a dinâmica, não sem antes, esclarecer que não estava em jogo a quantidade de autógrafos colhidos de todos, mas o sentimento com que era dado o autógrafo.
Ao final do segundo tempo, a atuação da turma melhorou sensivelmente...predominando a ação mais cooperativa de todos.
Questinados depois a respeito dos fatores que facilitaram a segunda etapa apresentaram o seguinte:
a) paz-ciência
b) cooperação
c) solidariedade
e ainda ressaltaram o bem estar que sentiram por não precisarem competir para ser o primeiro da turma na quantidade de autógrafos.( não vale autógrafo repetido)
E finalmente chegaram a conclusão desejada pela dinâmica: que ao darem seus autógrafos, estavam recebendo também os dos companheiros, que não havia,então, necessidade para a competição, mas sim a ação da cooperação.
REFLEXÃO: Temos sido ao longo dos milênios , condicionados para competir .
E que sendo um "condicionamento" ele é fruto de um processo de aprendizagem, inserido num contexto cultural mais amplo.
Fomos "treinados" - via escola, família, mídia e por trantos outros meios - para acreditar que não temos escolhas e para aceitar a competição como a opção"natural" para nosso crescimento e realização.
Segundo Albert Einstein, "o ser humano é uma parte do todo,chamado "Universo" uma parte limitada no tempo e no espaço. Ele percebe a si próprio, seus pensamentos e sentimentos como algo separado do resto, uma espécie de ilusão de consciência. Essa ilusão é para nós uma espécie de prisão que nos restringe aos nossos desejos e ao afeto por poucas pessoas próximas a nós. Nossa tarefa é nos libertar dessa prisão, ampliando nossa esfera de amor para envolver todos os seres vivos e a Natureza em toda a sua beleza."
Podemos, então, desfazer essa ilusão e ESCOLHER com consciência e liberdade. Escolher o potencial de Cooperação, que existe em cada um de nós.
Essa dinâmica adaptei para a evangelização tendo em vista a proposta do Evangelho de Jesus, quando nos recomenda o amar ao próximo, fazer ele o que gostaríamos que nos fosse feito.
Fonte: JOGOS COOPERATIVOS - Fábio OtuziBrotto
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NA NATUREZA NADA SE PERDE, TUDO SE TRANSFORMA. (Evangelização do Maria de Nazaré)
Livro dos Espíritos- Cap.- VI
Lei de destruição necessária e destruição abusiva. Adaptação e desenhos de Maria R. do Amaral.
Os seres inorgânicos, que são as matérias essencialmente físicas,
tais como a terra, as rochas, a água e substâncias de diferentes
espécies, são por natureza chamados a passar por
transformações constantes.
A TERRA - HOJE
É constituída por Continentes com seus respectivos
Países, cercados de Mares e grandes Oceanos. Possuindo ainda as regiões
Polares "Polo Sul e Polo Norte"
Dizem os estudiosos que: _Num início muito remoto, os Continentes estavam
unidos num só Bloco. Forças Tectônicas vindas do centro da Terra,
ou movimentos outros do próprio Planeta, fizeram as terras separarem-se.
Ficando os grandes Continentes separados por também grandes Oceanos.
Mesmo assim, já mudaram seus limites em diversas ocasiões. No alto das cordilheiras dos Andes, são encontradas conchas e ossos de animais marinhos, provando que o mar já esteve ali. Nos desertos Africanos já existiu antes um grande Oceano. Os rios não seguiram sempre os mesmos cursos. As rochas transformaram-se em constantes ocasiões. Tanto que os Geólogos,
sabem medir a idade da Terra, estudando as camadas superpostas das rochas.
Sabem por que se dá isto? Porque os Oceanos vão se enriquecendo
com os elementos trazidos pelas correntezas dos grandes
Rios e nas suas profundezas, vão-se armazenando toda riqueza
mineral e vegetal da Terra.Ex: petróleo, ouro, prata,
ferro, urânio, etc.
A Terra, ao contrário, vai ficando pobre desses mesmos elementos, por causa
do grande consumo que a humanidade vai fazendo uso.
Então em determinadas épocas há necessidade de certas transformações.
Onde foi Mar, passa a ser Terra e vice- versa.
A Geologia, ciência que estuda a estrutura, afirma que a Terra é formada por
camadas superpostas umas as outras e se apresentam bastante distintas,
mostrando terem sido formadas de substâncias diversas e por motivos diferentes.
A camada superficial, chamada vegetal que deve suas propriedades aos detritos de matéria orgânica, proveniente das plantas e dos animais. As camadas inferiores, recebem em Geologia o nome de rochas. Umas são formadas de areia, de argila, pedras, mármore, carvões de pedra, asfalto, etc.
Mediante exames, reconhece-se por sinais certos que umas provem de matérias fundidas e as vezes, vitrificadas pela ação do fogo.
As planícies horizontais demonstram a passagem de água.
As quantidades enormes de despojos fósseis de animais
e vegetais, dentro das diferentes camadas, conclui a existência
de tais seres antes à formação das aludidas rochas.
Acham-se ossadas de animais pré históricos como os mamutes (enormes elefantes), peixes, insetos e até pegadas perfeitas incrustadas nas rochas. Os cataclismos que existiram, mudaram as condições de vida e fizeram desaparecer gerações inteiras de seres vivos. Que força poderosa foi necessária para deslocar e recolocar o oceano e levantar montanhas?
Por quantas revoluções físicas, violentas não teve que passar a Terra, antes de ser tal qual a vemos hoje?
Mas, na NATUREZA NADA SE PERDE TUDO SE TRANSFORMA.
A semente da planta por exemplo. Ela precisa deixar de existir,
para que nova planta ressurja. Mamãe tinha um lindo vasinhos, com
uma plantinha bem verde e florida. Um dia as folhas
começaram a amarelecer e as folhas caíram. Era uma doença
na raiz e disso morreu.
A plantinha não deixou de existir, porque de suas sementes,
vieram uma porção de outras plantas iguais. Além do mais, virou esterco e foi alimentar a terra do quintal
Ela precisa deixar de existir, para que outra planta ressurja.
Toda semente tem dentro de si, um filhote da planta. Toda semente tem dentro
de si, alimento para o filhote da planta. Toda semente, tem uma capa que
protege o filhote e seu alimento. O filhote da planta, pode viver muito tempo
dentro da semente, envolvido por essa capa.
Quando a semente é colocada na terra quente e úmida, o filhote
da planta começa a crescer. Uma raiz sai para o fundo da terra,
outra (chamada caule) sai para fora e principia a crescer.
Nada se perdeu, daquela semente que se exauriu, aparece uma nova planta da mesma espécie que dará muitas sementes da mesma qualidade.
Os animais quando velhos ou doentes, morrem. Seus corpos vão para o grande laboratório da natureza, a mãe terra. Ali vai alimentar outros seres viventes como as plantas, outros bichinhos da terra.
A alma do animal que além do instinto, possui alguma inteligência, continua no plano espiritual, progredindo e aperfeiçoando-se também, porque a alma, dormita na pedra, vegeta na planta, acorda no animal e sonha no homem.
Na criatura humana, o processo é o mesmo.
Nós nascemos ou melhor, voltamos a encarnação.
Estávamos no plano espiritual, como espíritos e voltamos
a habitar um corpo de carne, que cumpre um determinado
período de vida física. Depois de algum tempo, nossas
forças vai-se exaurindo, os órgãos envelhecem e um dia que só Deus sabe,
desliga-se o espírito da vida orgânica precária.
Voltamos então a nossa pátria de origem, a "espiritualidade".
E o que acontece ao nosso corpo? Baixa a sepultura, e como
os demais vai servir de alimento a outros seres. Os elementos químicos,
tais como: carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, ferro, cobre, enxofre,
cálcio, etc., distribui-se na terra e se destina a constituição de outros seres.
Então a morte, na verdade, é uma transformação, uma troca de roupagem.
Uma nova modalidade de vida se apresenta. O corpo vai para a terra,
mas o espírito volta para a espiritualidade. Mas devemos a todo custo
preservar a vida, valorizando-a para o bom cumprimento da tarefa que
nos propusemos. Cuidar da saúde é um dever.
Cuidar do corpo também. Render graças á Deus, pela presente encarnação, pela oportunidade de aprendizado e trabalho.
Não se entregar aos vícios para não se auto-destruir.
Isto é contrário a lei de Deus. Mas quando formos chamados para a pátria espiritual, devemos nos manter serenos e confiantes.
Aos nossos pais, avós, filhos e amigos que se encontram
no plano espiritual, devemos cultua-los com pensamentos de amor
e saudades, para que um dia com alegria possam lembrar-se de nós.
Como a natureza é sábia e verdadeira.
Ao lado dos meios de conservação, colocou os agentes de destruição.
"É o remédio ao lado do mal, para manter o equilíbrio da natureza".
Os vulcões, são válvulas de escape, isto é, a Terra já foi uma esfera de fogo,
que foi se esfriando, esfriando no espaço, mas contendo no seu interior
um calor muito grande, que precisa se escapar por um lugar qualquer.
Igual a uma panela de pressão, que solta o seu calor por um minúsculo buraco.
Se não tivesse aquela abertura a panela explodiria. Assim a terra que
através do vulcão, põe para fora, o grande calor que tem no seu interior.
Parece destruição a lava ardente que desce pela encosta da montanha,
porém com isso, vai mantendo o equilíbrio do calor no centro da Terra, evitando destruição maior.
Uma tempestade por exemplo. Chuva e relâmpagos, refrescam e purificam o ar.
Vejam como o ar é gostoso depois da chuva.
No reino animal, nos observamos as tartarugas viverem no mar.
Nas desovas, entretanto, vêem para as praias, cavam buracos na areia e depositam seus ovos. Porém nem todas, sobrevivem. Muitas não alcançam o mar porque as aves ou outros animais as devoram. É uma destruição natural e necessária.
O homem (e que talvez as extermine, porque com os estampidos
ensurdecedor de bombas, está deixando-as cegas e surdas e muitas não
encontram o caminho para o mar, já que são guiadas pelo marulhar das ondas).
Os peixes, também, nas desovas perdem milhares de
pequenos peixinhos, que são devorados pelos peixes maiores.
É uma destruição natural, uma vez que servem de alimento a outros.
A onça ataca a lebre, porque tem fome.
O urso se alimenta do salmão porque tem-no em abundância.
Os insetos são devorados pelos pássaros e com isso se mantém o equilíbrio ecológico.
Sabe-se que os insetos, compõe em 700.000 espécies;
Dois terços de todas as espécies conhecidas. Vamos meditar.
Se existissem todos? Como seria o mundo."O mundo dos insetos".
È dado ao homem, permissão para pescar e caçar, segundo as suas necessidades.
E também destruir os insetos daninhos que estragam as plantações. Não porém por crueldade.
Quando matamos um lindo pássaro que canta, destruímos uma vida bela, um girassol alado.
As guerras destruidoras, são conseqüência do EGOÍSMO HUMANO, e
não da lei natural de destruição.
As nações não se contentam com o que possuem e
constroem toda sorte de armas, para atacarem e se defenderem.
As vezes um gênio, um espírito superior descobre um engenho
valioso que deveria ser aplicado para o bem, para a cura de doenças.
Infelizmente caindo nas mãos de ambiciosos, vai ser aproveitado
para a fabricação de armas mortíferas, como bombas, gases venenosos...
Bombas que nas guerras matam milhares de criaturas.
Isto não está nas leis de destruição natural, e sim destruição que o
homem voluntariamente faz, atendendo ao seu egoísmo, a sua vaidade e egoísmo
ENQUANTO OS HOMENS NÃO SE AMAREM COMO IRMÃOS, AS GUERRAS
DESTRUIDORAS SERÃO INEVITÁVEIS Á HUMANIDADE.
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TROCANDO DE ROUPA
(Marcos Canduta / Jaime Togores)
C+ A- D- G7
Um dia conversando com um amigo meu
C+ A- D- G7
Eu perguntei: “E a vida?”, e ele respondeu
C+ A- D- G7
- “A vida é muito boa, eu quero mais é viver
G+ C+
E a minha vontade é sempre aprender”
C+ A- D- G7
Que todas as lições que ele armazenar
C+ A- D- G7
Em outra existência ele desfrutará
C+ A- D- G7
Ainda que seja como intuição
G+ C+
Com meu espanto, ele me deu uma explicação
A- D- G7 C+ A- D- G7
- “É a reencarnação, a gente troca a roupa de montão
C+ A- D- G7 C+
E o importante está aí, mudamos nosso corpo para progredir”
C+ A- D- G7
E me explicou o que é morrer e o que é nascer
C+ A- D- G7
E eu não esperava aquilo aprender
C+ A- D- G7
O meu corpo então virou um instrumentão
G+ C+
Que eu movimento sempre em qualquer direção
C+ A- D- G7
Mas minha ações, eu tenho que saber
C+ A- D- G7
Serão analisadas a cada anoitecer
C+ A- D- G7
É que eu sou um ser em evolução
G+ C+
Aprimorando a inteligência e o coração
Amigos, com essa música , as crianças (07 a 12 anos) criaram uma pequena peça de teatro´, que foi apresentada aos pais, em dia de reunião com os mesmos. Ficou muito bom!
Maria Lucia.
| April 19
EM "CATEGORIAS" ESTÃO AS AULAS ORGANIZADAS. April 18
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Essa aula de Evangelização nasceu de uma conversa com minha amiga
a Cléia Felcar.
Falávamos sobre o Evangelho, quando em dado momento ela disse:
“O espírito é como um campo que deve ser cultivado”.
Imediatamente meu pensamento correu célere, pensei nas crianças da
Evangelização; que tema! Já vislumbrava a aula toda! Não, o tema era
para o ano todo...a vida toda!!!!
Mas de onde ela tirara aquela frase tão inspiradora?
Do Evangelho segundo o Espiritismo, Cap. XI, “A Lei Do Amor, item 8.
O último parágrafo.
Meu Deus! Como eu não havia prestado atenção nela? | |
É, mas é assim mesmo, lemos, estudamos, e verdadeiras pérolas
nos escapam ao sentido. E no domingo seguinte, lá estava eu
e as minhas crianças, (25 ao todo) remexendo a terra em jardineiras,
ao redor dos muros do Centro, em todo lugarzinho onde havia um
pouco de terra, e também a terra do nosso coração.
Iniciei perguntando: O que é um campo? Se eles conheciam um,
O que é cultivar? Por que precisa ser cultivado?
O que podemos plantar em um campo?
O alimento que
colhemos ali é necessário?
Foram tantas respostas, mais que o número das perguntas. Interessante,
que algumas crianças ignoravam que o alimento vinha da terra,
acreditavam que nasciam nas prateleiras do super mercado.
Levei jardineiras com terra bem dura, com torrões, espinhos,
pedras de vários tamanhos, gravetos, etc.
Vocês acham que aqui vai nascer algo? Se plantarmos uma semente,
ela germinará? ( Pras crianças menores eu disse que dentro da sementinha
tinha um filhotinho de semente).
O que é preciso fazer?
As crianças prontamente se puseram a limpar a terra, retirando
os elementos inúteis que se misturavam à ela. Expliquei a função do arado,
levei a figura de um , retirado de uma revista.
Assim também é com o Espírito. É necessário ir tirando a pedra do orgulho,
do egoísmo, do ciúme, para que possamos semear a semente do amor.
Ainda estamos trabalhando a terra. É um tema rico, que se desdobra ao infinito.
Estamos agora trabalhando para modificar um sentimento que não serve
mais para nós, que queremos transformar.
Não temos pressa. Estamos arando a terra do nosso coração para que
a semente do amor ao próximo germine e cresça em nós.
Qualquer dia, plantaremos a sementinha.
A partir dessa idéia, quantas aulas sobre sentimento e pensamento não
hão de surgir? Estou pensando em levar sementes de milho, feijão, trigo,
arroz, soja, enfim, mas são tantas as idéias que é preciso ir com calma,
pra não perder o foco. Mas de uma coisa estou certa: a espiritualidade
vai amparando e inspirando, de forma a atender as necessidades das crianças.
( e as minha também , é claro)
Maria Lucia
Se você tiver uma idéia sobre esse tema, mande pra mim?
Obrigada pelo seu carinho e felicidades? Beijo.
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